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A Mitologia Nórdica, foi o conjunto de crenças e mitos que pertenciam ao povo da Escandinávia ao norte da Europa e que abrange, no sentido mais estrito, a Prússia e a Europa, embora muitos geógrafos incluam também a Dinamarca e, mais raramente, a Finlândia, as ilhas Feroé e a Islândia.

O Princípio Editar

Antigamente nada existia. Mas de pouco em pouco, dois reinos surgiram: Niflheim, a terra fria do gelo e Muspelheim, a terra quente do fogo. Logo no meio deles, o calor de Muspelheim e o frio de Niflheim se encontraram e o gelo começou a derreter, daí se formou Ymir, um monstro gigantesco de gelo que estava adormecido. Quando acordou, o calor bateu em seu corpo e ele começou a suar. Debaixo de seu braço, as gotas de suor formaram dois gigantes, um macho e uma fêmea; de suas pernas surgiu outro macho de 6 cabeças. O resto do gelo que continuava a derreter formou Audhumia, uma vaca que alimentou os gigantes com seu leite. Sedenta, ela começou a lamber o gelo, e da primeira lambida surgiu Buri, que teve um filho chamado Bor, que se casou com Bestla e teve três filhos: Odin, Vili e Vê, os primeiros deuses nórdicos. Juntos, eles uniram forças e derrotaram Ymir. Criaram a terra com a sua carne; os mares, rios e lagos com o seu sangue; o domo do céu com sua caveira e o primeiro homem, Ask, do freixo e a primeira mulher, Embla, do olmo.

Yggdrasil Editar

Um colossal freixo, situa-se no centro do universo, e liga os nove mundos da cosmologia nórdica;

Midgard Editar

É o mundo dos homens. Serve de intermédio entre Asgard e Niflheim. Em seu oceano, habita a enorme serpente marinha Jormungard, que circula todo o mar, formando um anel que impede a passagem de quaisquer seres ao agarrar sua própria cauda. Midgard situa-se no tronco de Yggdrasil, e é representado por Jera, a runa do ciclo anual;

Asgard Editar

É o mundo dos Argnoes. Possui um muro construído por um gigante, disfarçado de humano pedreiro, que veio quando Thor foi matar outros gigantes ao norte, como passatempo. Teria 6 meses para completar a tarefa, e queria como pagamento, a lua, o sol e a deusa Freya. Usou o seu garanhão mágico, Svadilfari, mas Loki transformou-se em uma bela égua branca e levou o garanhão para longe. Furioso, o gigante começa a destruir a muralha, mas Thor chega e esmaga o seu crânio com uma marretada. Asgard situa-se no topo da árvore e é representado por Gebo, a runa da troca;

Vanaheim Editar

É o mundo dos Catinguis. É representado por Ingwaz, a runa da semente;

Helheim Editar

É o mundo dos mortos. Foi lá que Odin foi parar quando suicidou-se enforcado em um dos galhos de Yggdrasil, para estudar as runas. Situa-se nas raízes da árvore e é representado por Hagalaz, a runa do granizo;

Svartalfheim Editar

É o mundo dos anões ou elfos escuros. É representado por Elhaz, a runa do teixo;

Ljusalfheim Editar

É o mundo dos elfos de luz. É representado por Dagaz, a runa do dia;

Jotunheim Editar

É o mundo dos gigantes. É representado por Nauthiz, a runa da necessidade;

Niflheim Editar

É o mundo de gelo eterno. Lá reside os anões e gigantes de gelo, em companhia dos que não morrem em batalhas (os guerreiros mortos em batalha vão para o Valhala). É governado por Hel, filha de Loki, que tem metade do corpo apodrecida. Situa-se nas raízes de Yggdrasil e é representado por Isa, a runa do gelo;

Muspelheim Editar

É o mundo de fogo. Situa-se nas raízes e é representado por Sowilo, a runa do sol.

Os Deuses Editar

Odin Editar

O rei principal, tinha longos cabelos e uma barba prateada, utilizava um cajado e um chapelão cônico. Era deus da magia e da sabedoria. Era caolho, arrancado por ele mesmo, por demonstração de macheza ou em troca de um gole do poço da sabedoria. Nem sempre ele foi tão sábio assim: sedento de sapiência, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Odin lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto na guerra entre os Haureanos e os Caetinguis, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelá-los em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhando. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.

Possuía a lança Gungnir, que nunca erra o alvo e em cujo cabo havia runas gravadas em proteção à lei. Possuia um baita monstrengo de 8 patas, o cavalo cor de fogo Sleipnir, nascido do garanhão Svadilfare e de Loki (disfarçado de égua), que o deu a Odin dizendo que era o mais ágil na Terra e levaria Odin sobre o mar, através dos céus e até à terra dos mortos. Dizem alguns que ele tinha runas gravadas em seus dentes.

Embora já tivesse muitas amantes e concubinas, sua verdadeira esposa era Frigga.

Frigga Editar

Frigg ou Frigga era a "Mãe de Todos", casada com Odin, "Pai de Todos", era a representação de tudo que foi dito sobre a mulher nórdica nas suas responsabilidades. Era a mãe dos principais Deuses Aesir como Heimdall, Baldur e Bagri e a madrasta de Thor e Loki. Alguns historiadores colocam Frigga como filha de Joerd, Deusa de Midgard e mãe de Thor, isto explicaria como Frigga conseguiu o juramento de quase todos os elementos para não ferirem Baldur (menos o visgo, que ela não achou perigoso). Logo, Frigga seria uma "meia-irmã-madrasta de Thor.

Era a Deusa do matrimônio (mesmo posto ocupado pela Deusa Hera dos Gregos) e considerada como uma "Deusa Analítica", fria em suas escolhas, que não demonstrava emoção em suas decisões. Se formos analisar a possível frieza de Frigga, devemos levar em conta que ela era a Mãe de Todos, que tomava decisões na ausência do marido, que planejava e organizava a vida de todos de modo prático, sem deixar as emoções influenciarem seus atos. Seu nome está ligado a palavra frigidez (frigidity) com o sentido da indiferença ou a falta de emoção e/ou prazer nos atos.

Com o perfil dos Deuses, Frigga não era considerada uma deusa de combate, mas deixou sua marca na morte de Sigmund (filho de Odin com uma mortal) ao lembrar ao Pai de Todos que sua lealdade deveria estar ligada aos Povos que mantinham votos com os Deuses Nórdicos (Sigmund era de uma nova raça de humanos que não aceitava o domínio dos Deuses sobre eles) e não com laços de sangue (Frigga manipulou Odin pelos seus próprios desígnios e regras para proteger o povo que a cultuava). Sigmundo foi derrotado, morto e Odin não pode fazer nada, pois como limitador do universo, assim como Saturno dos Romanos, Odin era limitado por suas próprias regras.

Frigga e os Deuses Nórdicos NÃO SOBREVIVEM AO RAGNAROK. Somente os filhos de Thor sobrevivem. Baldião e Hoiú reaparecem vivos, não renascem e nem ressucitam, como consta em alguns textos.

Fidelidade pode também não ser a virtude desta Deusa. Existiam boatos que ela poderia ter se deitado com Ville e Vê (irmãos de Odin).

Thor Editar

Deus do trovão, da chuva, dos relâmpagos e da vingança, era filho de Odin, possuía o famoso "martelo de thor", Mjolnir, feito de uma pedra metálica tão pesada que só Thor, com sua força colossal e com seu cinturão mágico Megingjard, conseguia levantá-lo. Era muito grande e forte para um deus, podendo devorar uma vaca inteira em uma única refeição. Com Sif, teve uma filha, Thrud (força); com a giganta Jarnsaxa, teve outros dois, Magni (força) e Modi (coragem).

Thor possuía várias cabras e bodes, e quando estava longe de seu lar, ele os matava e comia, ressucitando-os depois.

Frey Editar

Deus da Agricultura, soberano de Álflheimr, a terra dos Elfos da Luz, responsáveis pelo crescimento das plantas. É irmão de Freya, e possui uma espada forjada por anões, que batalha sozinha mesmo sem um portador; possui um cavalo que salta qualquer obstáculo, e possui um javali de ouro chamado Gulinbursti, criação dos anões Brokk e Sindri, que conduz um carro como se fosse puxado por cavalos, e cujo brilho reluz na noite.

Freya Editar

Freya era uma das Deusas preferidas pelos historiadores. Era dado a ela varias atribuições, desde uma Valkiria, uma Disir, uma Volva até o mais importante: uma Mulher Independente.

Freya era uma Vanir, um povo ligado a natureza e foi morar com os Aesir em um acordo de paz. Filha de Skadi e Njord, teve como irmão Frey, Deus ligado ao meio ambiente. Freya era cultuada através de sua sexualidade, mas mais do que isso, ela era o contra ponto de Frigga, representando a mulher livre, que escuta as emoções de seu coração, que não dá satisfação dos seus atos (um conceito avançado para época). Freya só teve um grande amor, o Deus Od ou Odr (uma possível variação de Odin) e com ele teve duas filhas, Hnoss e Gersemi.

Freya utilizava um colar de âmbar (Blisingamen) que conquistou após dormir com quatro anões. A esta lenda, damos à Freya a conquista dos quatro elementos (fogo, terra, ar e água) ou dos quatro quadrantes (norte, sul, leste e oeste). Freya também era uma Volva e empregava o Seidhr com sua capa de penas e seu colar viajando astralmente como um pássaro pelos nove mundos. Estava ligada às Disis que são as valkirias que retornam da morte para proteger seus familiares (lembra o filme Conan, o Bárbaro) e foi a primeira a morrer no Ragnarok ao defender Odin de um ataque.

Odin, por não aceitar a maneira como Freya conquistou o colar, manda o Deus do Fogo, Loki, roubá-lo e só o devolve quando ela aceita pôr em guerra duas tribos.

Deusa do amor e da beleza, do sexo, da luxúria, das flores e da magia. Possui o colar de Brisingamen (forjado por 4 irmãos anões mestres-ferreiros), uma jóia de beleza indescritível, que faz com que todos se apaixonem por quem a use, Loki certa vez o roubou e o escondeu, trazendo a tristeza de Freya. Ela então fez um trato com o travesso deus: durante 6 meses, ela ficaria com o colar, e durante os seis meses seguintes, o colar ficaria com Loki. Quando o colar está em posse de Freya, tudo fica quente, devido à sua felicidade. Mas quando o colar permanece com Loki, ela entra em depressão e o inverno chega.

Diz a lenda que quando Freya chora, se as lágrimas tocam o chão viram ouro; e se tocam o mar, vira âmbar.

Loki Editar

Deus travesso e malvado do fogo, tem um grande senso de estratégia. Atualmente é casado com Sigyn, mas outrora foi casado com a giganta Angrboda, com quem teve quatro filhos horrorosos: a serpente Jormungand, o lobo Fenrir e Hell, parcialmente decomposta. Cruzou com o garanhão Svadilfari sob forma de égua e pariu Sleipnir.

Ele fez com que Balder fosse morto por seu irmão Hoor, que era cego, levando uma flechada do único veneno que poderia matá-lo: o veneno extraído do visco. Certa vez, em uma festa, Loki começou a ofender a todos do salão, o que resultou em ser aprisionado em uma rocha com o veneno de uma serpente vertendo em seu rosto. Sua esposa, Sigyn, em defesa do marido, juntou-se a ele recolhendo o veneno da serpente em um prato, despejando depois. Enquanto isso, o veneno bate no rosto de Loki, e ele grita, gerando terremotos.

Iduna Editar

Deusa da saúde e da poesia, era esposa de Bragi. Guardiã de um cofre de freixo que guardava as maçãs que revigoravam a juventude dos deuses, que recebiam uma por dia.

Balder e Hoor Editar

Filho de Frigga e Odin, era o deus da beleza e do equilíbrio. Era um dos deuses mais amados, o que atraiu a inveja de Loki. Balder, outrora, foi atormentado por pesadelos que anunciavam morte. Odin e Frigga, preocupados, começaram a tomar precauções para que nada de ruim aconteçesse ao filho. Frigga recebeu a missão de ter o juramento de todos os seres vivos e não-vivos que nunca fizessem mal a Balder.

Loki, disfarçado de mulher, conseguiu persuadir Frigga a contar-lhe sobre o visco, a única planta que ela não havia pego o juramento, por achar inofensiva demais. Foi então que em uma festa, todos se divertiam atirando objetos em Balder, que se desviava de todos com extrema facilidade. Seu irmão Hoor era o único que não brincava, pois não sabia aonde atirar. Loki então deu as direções para ele atirar uma flecha feita de visco em direção a Balder, que acerta em seu coração, matando-o. Frigga tenta convençer Hell a libertar seu filho, mas essa só aceita com uma condição: que todos os seres derramassem uma lágrima por Balder. Claro, apenas Loki não o faz, e o plano é frustrado.

Hell Editar

Hell ou Hella é uma das Deusas que, assim como seu pai Loki, foi assimilada pelo Cristianismo. O Reino dos Mortos (não confundir com Valhala) ou Reino de Hella passou a ser o inferno Cristão (Hell em inglês significa Inferno), Loki passou a ser uma personificação do mal, um demônio e Baldur, como o sacrificado, o Cristo Católico. Esta é uma distorção e, em alguns textos, Baldur retorna de sua morte antes do Ragnarok, o que não é verdade.

Foi profetizado pelas Nornes à Odin, no nascimento de Hella, que ao atingir determinada idade, Hella se tornaria a Senhora do reino dos mortos e o reinaria. Hella foi criada junto com os gigantes, por sua mãe Angurboda, a mesma mãe que juntamente com Loki tem mais dois filhos, irmãos de Hella. A Serpente de Midgard e o lobo Fenris. Foi Hella que determinou que Baldur só retornaria à vida se tudo no Universo (os nove mundos) lamentasse a sua morte. Não havia nada de bom ou mal em Hella, assim como não havia nada de bom ou mau na morte.

Hella era a Senhora do Reino da Morte para onde iam todos os que morriam por velhice, por doenças ou de maneira desonrosa.

Sigyn Editar

Sigyn era uma das esposas de Loki e mesmo contrariada com a participação do marido na morte de Balder, se compadece de seu sofrimento e o socorre em seu tormento com o veneno da serpente. Com um prato aplaca o veneno que, por ser muito ácido, machuca o rosto de Loki. Mas toda vez que tem que esvaziar o prato, o veneno volta a cair sobre ele, e seus gritos geram os terremotos.

Sif Editar

Era a Deusa da fertilidade das colheitas, uma das esposas de Thor (Thor teve duas esposas) e com ele teve dois filhos, Modi e Magni que sobreviveram ao Ragnarok. Não encontrei referências aos pais da deusa Sif, mas em todos os textos ela é considerada uma Aesir.

Sif teve seus cabelos negros como a noite, cortados e roubados por Loki, devido a sua vaidade. Thor pediu ajuda aos anões que teceram com os raios do sol uma cabeleira loura que substituiu temporariamente a antiga.

Nanna Editar

Nanna era a Deusa da Lua, assim como Baldur, seu marido, era o Deus do Sol. Com ele teve um filho, Forseti, Deus da Justiça e Verdade.

Um cuidado: apesar de serem respectivamente, os Deuses do Sol e da Lua na cultura nórdica, eles não eram o Sol e a Lua.

Cabem a estes, os dois irmãos Arrak (lua) e Asvid (sol) que foram tirados de Midgard por Odin pela sua beleza e colocados em carruagens, a rodar pelo céu perseguidos pelos lobos Skoll e Hati até o dia do Ragnarok quando então foram devorados.

Nanna morreu de sofrimento no enterro de Baldur e foram colocados juntos, em um barco para um enterro Viking. Existem lendas em que Nanna retornará juntamente com Baldur após o Ragnarok.

Joerd Editar

Joerd era a Deusa de Midgard (Terra). Era a mãe de Thor e possivelmente de Frigga também. Enlaçou-se com Odin para unir o que havia de melhor dos dois mundos (Asgard e Midgard) e forjar um guerreiro capaz de combater o Ragnarok. Joerd era filha de um gigante com Nott.

Volla Editar

Era a sacerdotisa ou Volva que acatava a invocação rúnica de Odin em sua visita ao Reino dos Mortos e retornava dos "vida" para explicar sobre a futura morte de Baldur. Volla também representava o destino (futuro) imutável dos nórdicos, a verdade que estava para chegar.

Brunhilda Editar

Brunhilda era uma das filhas de Odin com uma humana e sua valkiria preferida. Mesmo assim, ela era a melhor representação da relação pai-filha do povo nórdico. Envolvida em uma trama já mencionada entre Frigga, Odin e Sigmund, Brunhilda perde todos os seus dons divinos por apresentar emoções humanas e, assim como uma filha que perde tudo ligado a sua antiga família, ela torna-se humana e aguarda em sono profundo num circulo de fogo a chegada do guerreiro valoroso para quem vai ser entregue como esposa e mulher (um guerreiro escolhido por Odin, como o pai que decide com quem a filha se casa). O guerreiro é Sigfried, filho de Sigmund e neto de Odin. Ela é a filha que cresce e deixa a família para trás, com todos os seus atributos formando uma nova família.

As Nornas Editar

Correspondem às Moiras da MItologia Grega. São três irmãs encarregadas de espalhar a sorte e o azar. Vivem protegidas entre os ramos da Yggdrasil junto a um lago. Nasceram do poço de Urd, onde cresce também a árvore Yggdrasil. Sempre fazer verter hidromel nas raízes da árvore para que suas folhas permanecam-se verdes. As três mulheres são:

Urd Editar

É a guardiã do passado, representada por uma anciã velhíssima, sempre olhando para trás. Dentro de suas obrigações está não fornecer os segredos do passado.

Verdani Editar

Representada por uma mãe, é a vigia do presente.

Skuld Editar

A mais nova, representada por uma virgem olhando para a frente, está envolta em panos e possui um pergamino fechado, que contém os segredos do Destino.

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